BLAME ZEUS, conquistou o País com “SEETHE”

A banda portuense BLAME ZEUS, apresentou no passado dia 9 de Novembro, no Hard Club (Porto), o seu novo álbum “SEETHE”. Um concerto onde estavam presentes muitos fãs da banda, e onde reparámos aquando da nossa chegada, a presença de vários músicos integrantes de outras bandas de metal.

Este concerto de apresentação do novo álbum contou com a presença de 2 bandas convidadas, SUGIRU (banda de rock, oriunda do Porto), e a banda de Coimbra SECRET CHORD (Metal sinfónico).

A noite começou à hora marcada, e começou com a banda SUGIRU, e com o seu ROCK e com uma presença em palco energética. A vocalista Daniela Moreira apresentou-se ao mais alto nível, fazendo destacar toda a banda na sua actuação. Com um rock bem tocado, e bem construído, a banda chamou a atenção do público presente, e que começava a deixar a casa bastante preenchida, e de ânimos aquecidos para o grande momento da noite.

(Fotos de Luís Parracho)

Passados 50 minutos, entraram em palco a já conhecida banda oriunda de Coimbra. Os SECRET CHORD com o seu metal sinfónico, mostraram que são uma banda em crescimento, e que a “estrada” tem ajudado a definir alguns pormenores na sua música e na sua maneira de enfrentar o público mais exigente. A actuação foi recheada de muita interacção com os presentes na sala. Talvez tenha sido das melhores actuações que vimos da banda, no entanto acreditamos que ainda têm potencialidade para muito mais.

(Fotos de Luís Parracho)

E eis que a banda do momento entra em palco. Depois de ouvir o trabalho em formato digital, e termos achado que estávamos perante um dos melhores álbuns do ano, a nossa curiosidade era imensa, por assistir a esta apresentação. E são poucos os adjectivos que encontramos para descrever a apresentação dos novos temas. Sandra e companhia mostraram todas as suas qualidades em palco, com uma actuação soberba. Uma actuação marcada pela voz afinada e distinta, oferecendo a todos os presentes o gosto pela audição de bom metal.

Os temas roçam a perfeição instrumental, com actuações de elevado nível técnico por parte das guitarras, baixo e bateria. A construção das músicas, e era este aspecto que nos deixou um pouco apreensivos e curiosos como a banda iria transformá-los ao vivo, pois em formato digital e com o trabalho perfeito executado em estúdio, poderia não ser fácil traduzir os temas para o palco, de forma a que funcionassem e fossem apresentados da melhor forma. Mas até este aspecto foi bastante cuidado e trabalhado, sendo que é tão bom ouvir BLAME ZEUS em cd como ao vivo.

A dose repetiu-se mais tarde em Lisboa e em Faro.

Parabéns à banda, pelo metal que nos oferecem, e por vermos mais uma grande banda a aparecer no panorama nacional, com muita potencialidade para conquistarem os palcos internacionais.

(Fotos de Luis Miguel Azevedo)