VAGOS invadida por headbangers para concertos de luxo

Já é certo e sabido que a capital do metal em Portugal é Vagos, e como tal, lá fomos para mais uma edição do Vagos Metal Fest, que este ano decorreu de 8 a 11 de Agosto.

Com um cartaz, de luxo, onde a diversidade predominou, tivemos direito a 4 dias de grandes concertos e de grande ambiente, que contou este ano com 18.000 fãs do metal.

Foram 2 palcos, Amazing e Vagos, e no total 38 bandas que os subiram ao longo do decorrer do festival. A análise de cada performance, bem como do festival em si, pode ser vista em baixo.

DIA 1 (8 de Agosto)

Antes de começarem os concertos, já a chuva caía sobre o recinto, e avizinhava-se um dia com condições climatéricas pouco convidativas. Contudo, mostrou-se que é preciso mais do que chuva e vento para afastar o público do Vagos.

A banda que teve a honra de começar as festividades foram os Diesel Humm. Subiram ao palco Amazing às 17:15 com todo o seu poder de heavy metal que lhes é característico. Apesar de já terem 20 anos de carreira, continuam a trabalhar num novo material para os fãs, tanto que apresentaram ao público presente um tema novo, e em exclusivo, “Burnout”.

De seguida tivemos os Basalto. O som dos Basalto é algo que se sente, cada música é a continuação da anterior, em que somos puxados para a atmosfera sombria que os caracteriza. Contudo faltou algum espectáculo visual para tornar o concerto ainda melhor. O público limitou-se a ouvir e a apreciar.

A primeira banda do palco Vagos foram os Burn Damage, banda liderada pela poderosa Inês Freitas. Dotados de um som agressivo e contagiante, fizeram com que os primeiros movimentos aparecessem na plateia. Sons como “Four Little Pigs” e “Beyond Good and Evil”, são apenas dois exemplos, brutais, de como a banda lisboeta consegue meter a malta mexer.

De volta ao palco Amazing, e com uma quebra de ritmo, tivemos os Painted Black. A fusão de vários géneros musicais como o death, o doom e o melódico, produzem uma sonoridade mística, e até hipnotizante. Apesar da melodia roçar o melancólico, o vocalista Daniel Lucas, aproveitava todas as pausas para mostrar a sua boa disposição. Pausas essas, que foram demasiadas, tanto em tempo como em quantidade, para um concerto de tão curta duração.

A chuva continuava a cair quando os tão aguardados Jinjer subiram ao palco Vagos. De microfone na mão e com uma presença avassaladora, Tetiana Shmaylyuk conquistou por completo o público. A qualidade do som estava no ponto, para que se conseguisse perceber tanto a voz angélica da Tetiana, bem como a sua voz demoníaca. A intensidade que os Jinjer proporcionavam ao público era absorvida na sua totalidade, com muitos circle pits, e até uma Wall of death na “Sit, Stay, Roll Over”, o último tema da noite. Contudo o momento alto da noite, como esperado, foi em “Pisces”, em que o público, em uníssono, cantou o refrão da música.

Se até então o público podia ter-se queixado da chuva e do vento, no concerto que se seguia, estas condições climatéricas só vieram ajudar ao espectáculo. Estamos a falar de Process of Guilt.

Com um grande espectáculo de luzes e fumo, juntado a chuva e o vento, e com o tenebroso som que vinha das colunas, tudo culminou numa atmosfera que muitas poucas bandas no mundo, conseguem replicar. Mas sorte a nossa, que a próxima banda a subir ao palco Vagos, é uma destas.

Pareceu que os astros se tinham alinhado para que os Candlemass dessem um concerto digno da sua música. Chuva, frio e uma das mais influentes bandas de doom metal, que mais podemos pedir? Algo que até foi referenciado pelo próprio Johan Langqvist. Um concerto que passou por quase toda a discografia da banda, cheia de clássicos, como “Well of Souls”, “Mirror, Mirror”, e sem esquecer “Solitude”, esta última que fechou um dos concertos mais memoráveis em Vagos. Velhos são os trapos.

Os Equaleft tinham a árdua tarefa de puxar por um público cansado e saturado de chuva, mas Miguel Inglês e companhia entraram com tudo e fizeram todos os possíveis para que houvesse movimento e interacção, e bem que o conseguiram. Mostraram que desde que haja vontade, há um caminho. Grande concerto, grande energia.

A fechar o primeiro dia, tivemos os Dallian com uma imagem mais alternativa, a relembrar o estilo “steampunk”. Os festivaleiros mais resistentes foram assim premiados com um concerto de sonoridade ímpar, e de enorme qualidade. Tanto era a vontade do público, que mesmo no final do concerto, ainda se pedia mais uma. Apenas mais uma prova, que desde que haja boa música, nada pára o público de Vagos.

A constante do primeiro dia não foi a chuva, que essa parou por momentos, mas sim a qualidade, tanto dos concertos como do som, a que tivemos direito.

DIA 2 (9 de Agosto)

Após um excelente primeiro dia, estávamos prontos para o que se avizinhava. Apesar de ainda se encontrar pouca gente à frente do palco Amazing, isso não impediu que os Ways descarregassem todo o seu poderio. Os franceses mostraram-nos a sua sonoridade, agressividade e sem escrúpulos, associada a uma performance energética, que culminou no vocalista a juntar-se aos fãs para cantar o último tema.

Depois de um soundcheck demorado, os Okkultist entraram em cena. Contudo, parece que apenas Beatriz Mariano estava adequada à performance, com uma trabalhada caracterização diabólica, o que destoava para os restantes membros da banda, que se encontravam “normais”. Tocando o death metal que os caracteriza, os Okkultist deram um concerto bastante aquém das expectativas, que terminou num dos momentos mais caricatos do festival. Todos os elementos, à excepção do baterista, ficaram com o som cortado nos seus instrumentos, devido a problemas de horário. Isto resultou numa visível frustração pela parte da vocalista, enquanto o público decidia se ficava ou se partia para o palco Vagos.

Neste palco, começavam os Redemptus, o trio português debitou o seu sludge pelas colunas… colunas essas que estavam com o volume demasiado elevado, pelo que prejudicou em parte a actuação da banda.

De volta ao palco Amazing, os alemães Exumer preparavam-se para subir pela primeira vez a um palco em terras lusas. Cheios de garra, conquistaram o público logo com o primeiro tema, “The Raging Tides”, e desde esse momento, malha atrás de malha, fizeram a festa. Até crowdsurf por parte de seguranças tivemos direito.

Se o som tinha estado exímio em ambos os palcos no primeiro dia, não se pode dizer o mesmo no segundo dia no palco Vagos. O volume continuava demasiado elevado, e da mesma maneira que prejudicou a performance de Redemptus, o mesmo aconteceu com os Necrophobic. Com uma excelente presença em palco, os suecos, de pé no acelerador, tocaram os clássicos pelo quais são conhecidos e adorados, mas também temas do mais recente álbum, “Mark of the Necrogram”. Um grande concerto.

Do black para o folk e de volta ao palco Amazing, foi a vez dos vikings conquistarem Vagos. Os Týr, abriram com “Blood of Heroes” e já sabíamos o que se seguia… Um concerto em que o único ponto fraco a apontar foi o curto tempo que tiveram em palco. O concerto culminou num barco Viking feito pelos fãs, sentados no chão a remar, durante o último tema, “Hold the Heathen Hammer High”. Só no Vagos

Antes de irmos para a próxima actuação, tivemos a confirmação dos primeiros nomes para a edição de 2020, bem como as datas a ser realizada. Testament, Harakiri for the Sky, Asphyx e Trollfest são as primeiras 4 confirmações da edição que vai decorrer entre 30 de Julho a 1 de Agosto do próximo ano.

A organização antecipou ainda a venda no próprio dia de 100 bilhetes a preço especial, e passadas 24 horas já se encontravam esgotados!

Após estas excelentes notícias, era a vez dos Primal Fear tocarem o seu Heavy Metal poderoso para todos os presentes. Liderados por Matt Sinner, os alemães, incansáveis, fizeram com que nenhuma alma se mantivesse parada, mesmo com os problemas de som. O público esteve durante todo o concerto totalmente receptivo à energia vinda do palco.

Se há banda que faz jus ao que acredita e transmite, são os Watain. Com o palco, quase todo em chamas, e vestidos a rigor fizeram uma performance infernalmente espetacular. Independentemente se gostamos do som dos suecos, o espetáculo e a dedicação da banda, é suficiente para deixar qualquer um hipnotizado e agradado.

Um dos momentos mais aguardados, não só do segundo dia, mas do festival, era a chegada dos Six Feet Under. Com estreia absoluta em Portugal, que melhor local para tal acontecimento do que o recinto do Vagos? Delírio por parte dos fãs, e também por parte de Chris Barnes. Os primeiros mostravam em muito mosh, circle pits e crowdsurf. Já o segundo agradecia ao público por diversas ocasiões, mesmo dizendo “It’s one of those nights man, feels good man”. Os temas eram tocados a um ritmo elevadíssimo e percorrendo praticamente toda a discografia da banda. O concerto acabou com o eterno clássico dos Cannibal Corpse, “Hammer Smashed Face”. É caso para se dizer, mais vale tarde do que nunca.

Os últimos a subir ao palco neste segundo dia, foram os The Godiva, acompanhados por um conjunto de músicos, não muito habitual neste tipo de festivais. Uma orquestra, a Purgatory Orquestra, e um coro. Apesar de uns problemas técnicos no início do concerto e algum nervosismo inicial por parte do vocalista, Pedro Faria, as peças acabaram-se por juntar e o resultado foi fantástico. Uma actuação onde o som da banda se incorporava na perfeição com a orquestra e o coro, e vice-versa.

Segundo dia terminado, marcado por duas estreias absolutas em Portugal, mas também pelo elevado volume dos palcos, o que prejudicou algumas actuações. Mesmo assim sentimos que as nossas expectativas foram “MATCHED”.

DIA 3 (10 de Agosto)

Se no início do segundo dia o recinto estava parcialmente vazio, o mesmo não se sucedeu no terceiro dia. A razão? Aborted. Devido a um constrangimento de horários, os belgas tiveram de tocar no início do festival. Contudo, o facto de o sol ainda raiar bem no céu, não impediu, em nenhuma maneira, que se fizesse festa. Festa essa que foi energética, com muito headbang e circle pits.

Se em Aborted havia uma plateia considerável, já em Repulsive Visions isso não se verificou. Pouco público, pouca energia, pouca interação. Apesar da banda se ter esforçado para proporcionar um bom concerto aos presentes, tal não se verificou.

Os Midnight Priest tiveram encarregues de abrir o palco Vagos. Palco este que continuava com um som demasiado alto. E claro está, a performance dos fiéis súbitos da rainha da magia negra, foi prejudicada. Mesmo assim, juntou-se um aglomerado respeitável de pessoas a curtir as malhas de heavy metal, tendo a banda estado ao mais alto nível.

De heavy para thrash, a roçar o death, era a vez dos Infraktor destruírem o palco Amazing. E se destruíram… Com a intensidade característica, debitaram temas atrás de temas, com apenas algumas pausas de agradecimento por parte de Hugo Silva, vocalista. Destacamos também a participação especial de Rui “Raça” Alves, vocalista dos Revolution Within, na Ferocious Intent. O público esteve à altura sendo dos momentos mais altos do festival, no que se refere à actuação de bandas portuguesas.

A festa continuou com o punk dos SDI. Apesar de serem desconhecidos para a maior parte dos presentes, isso não foi impedimento que metessem a malta toda a mexer. Com um sorriso sempre nos lábios, Reinhard Kruise, agradeceu e puxou pelo público. Tivemos ainda o privilégio de ouvir músicas do novo EP que irá sair no final deste ano.

Passando para outra banda algo desconhecida ao público, os Letters from the Colony foram uma das melhores surpresas desta edição. Com um estilo que funde vários géneros, de djent a metalcore, de progressivo a técnico, deram um concerto irrepreensível. Apesar do público ter começado algo tímido, a actuação dos suecos conseguiu conquistar mais ouvintes a cada nota que era tocada, culminando numa plateia bastante considerável. Estamos desejosos para ver os ver num registo mais íntimo.

O pato gigante amarelo já se encontrava no palco Vagos e as bóias na mão dos festivaleiros. O que é que isso significa? Os Alestorm estavam prontos. E nós também. Se os escoceses são a banda para comandar uma festa, Vagos é o sítio ideal para o fazer. Com a felicidade no espírito, o público delirou com o som dos piratas. “Mexico”, “The Sunk’n Norwegian” e “Drink” fizeram as delícias aos fãs, sem esquecer a clássica “Hangover” e a enorme Wall of death feita em “Captain Morgan’s Revenge”. A acrescentar a tudo isto, houve bóias, colchões, bolas insufláveis a passearem pela plateia. Houve muito movimento, crowdsurfing, e também boiasurfing, um novo conceito e só ao alcance dos mais destemidos.

Se pensávamos que a malta tinha ficado cansada depois do enorme concerto de Alestorm, bem que estávamos enganados. O thrash dos Death Angel, meteram tudo a mexer mais uma vez. Banda com um inquestionável e louvado trabalho, deram tudo em palco. Começaram com trabalhos mais recentes como, “Humancide” e “The Evil Divide”, mas foi nos temas de “The Ultra-Violence” que o público mais se fez ouvir. Como sempre, senhores da sua arte.

A noite já ia longa, e já tudo estava pronto para descer às profundezas do inferno e conhecer o próprio. Era hora da missa negra dos Satyricon, liderada por Satyr. Com uma intro tenebrosa, seguida de “Midnight Serpent” e “Black Crow on a Tombstone”, conquistaram por completo o público. Contudo, foram três temas que elevaram este concerto para algo divino, o inesperado “Walk of the Path of Sorrow”, o clássico dos clássicos “Mother North” e o fortíssimo “K.I.N.G.”. Não houve uma alma no recinto que não se tivesse rendido aos apoteóticos noruegueses. Do melhor que se viu em Vagos, e, arriscamos a dizer, em Portugal.

Continuando na atmosfera que Satyricon deixou, Wormwood entravam no palco Amazing para terminar o penúltimo dia do festival. As melodias sombrias dos suecos em conjunto com um excelente trabalho de luzes, proporcionaram uma atmosfera mágica para os presentes. Que excelente maneira de acabar o dia.

Terceiro dia fechado, ficando a faltar apenas mais um. Destaque para o melhoramento do som no palco Vagos no decorrer do dia, e pelos excelentes concertos e ambientes vividos.

DIA 4 (11 de Agosto)

O que é bom, temos sempre a sensação, que acaba depressa, e o Vagos não é excepção, para tristeza nossa. Apesar do cansaço que três dias nos trouxeram, estávamos prontos para o último dia desta fantástica edição do Vagos Metal Fest.

Os Vendetta Fucking Metal, foram a banda responsável para iniciar as festividades. Apesar de não se encontrar muita gente no recinto para os ver, a energia que emanavam, principalmente Jacob, o vocalista, foi suficiente para ser um grande concerto. Com um grande amor à camisola, Jacob, puxou e lutou pelo público, indo mesmo ter com ele.

Mas foi em Toxikull que os primeiros reais movimentos apareceram. Com o speedy thrash metal que lhes é característico, tocaram malhas do mais recente e aclamado trabalho “Nightraiser”, mas também de “Black Sheep”. O público ainda teve direitos a uma mão cheia de t-shirts, entregues por Lex Thunder, vocalista.

Os Ignea, foram a banda para abrir o palco Vagos. Com uma mistura de sinfónico e progressivo com influências do médio oriente, e uma voz bastante potente da bela Helle Bogdanova, que encantaram a plateia.

Continuando no sinfónico e em vocais femininos, mas agora no palco Amazing, tínhamos os Visions of Atlantis, pela primeira vez em terras lusas. Com já 20 anos de experiência, e vários trabalhos na bagagem, os austríacos, deliciaram os presentes com os seus belíssimos temas.

Os próximos a entrar, eram uns dos mais esperados da edição. Depois de terem sido forçados a cancelar a sua actuação na edição de 2018, os Dagoba foram os primeiros a serem confirmados para a edição deste ano corrente. E só temos a dizer, que valeu por completo a espera. Os presentes não ouviram Dagoba, sentiram Dagoba. A escala de energia rebentou com a performance dos franceses, e isso era bem visível na plateia, com enormes circle pits, Wall of deaths gigantes, por duas vezes, e marés de crowdsurfing. Destacamos dois momentos: o crowdsurf por parte de um fã de cadeira de rodas, que acabou por ser levado para o palco, por ordem de Shawter; e o crowdsurf por parte de Werther, o baixista da banda. Deram tudo no palco, e nós tudo no recinto. Enormes.

Tony Foresta e companhia, esteve presente na edição do ano passado com os Municipal Waste, este ano foi a vez de estar com os Iron Reagan. Como é característico, foi malha atrás de malha, numa velocidade estonteante e com muito pó levantado. Apenas com pequenas pausas para a habitual boa disposição de Tony.

Os próximos a entrar em palco, praticamente que dispensam de apresentações. Os Vltimas são compostos por um elenco de luxo, nomes como David Vincent (ex-Morbid Angel), Flo Mounier (actual Cryptopsy e ex-Annihilator) e Blasphemer (ex-Mayhem) fazem parte desta superbanda. Experiência traz boas performances, e não houve excepção nesta. Concerto bastante vivido por ambas as partes, no que resultou num dos melhores momentos da noite.

Performances energéticas tinham sido a constante neste dia, e quando pensámos que os valores não podiam subir mais, foi então que os Napalm Death entraram em cena, e simplesmente rebentaram com a escala. Foi energia no seu estado mais puro. Mark Greenway, apesar de já estar na casa dos cinquentas, tem a energia e vontade de como se tivesse vinte anos. Foi um absoluto perfeito caos.

Do caos para a ordem, e para a harmonia dos Stratovarius. Banda que não pisava palcos nacionais há 16 anos, foi a escolhida para fechar a edição deste ano. Fecharam-no de grande forma. Apesar de já terem passado 35 anos aquando da criação do legado, Timo Kotipelto, continua com uma voz angelical e imaculada. Para quem acha que Stratovarius é apenas uma banda de estúdio devido às complexidades harmoniosas presentes nas suas melodias, desafiamos essas mesmas pessoas a verem ao vivo os finlandeses, porque vão se surpreender pela positiva. Tocaram os clássicos “Black Diamond”, “Unbreakable” e “Eagleheart”, mas também outros temas favoritos dos fãs como, “Destiny” ou “Forever”. Ainda houve tempo para solos de bateria, baixo e teclas. Uma enorme banda com um enorme concerto a fechar um enorme festival. Não podíamos ter pedido melhor.

Assim termina mais uma edição do Vagos Metal Fest, e como já é costume, foi excelente. Festival marcado pela diversidade musical e pela boa aposta em bandas nacionais. A acrescentar a isto, temos o bom ambiente, a boa qualidade técnica de som, a boa comida a preços acessíveis e uma excelente área de campismo.

Aproveitamos para agradecer a todas as pessoas envolvidas que fizeram de tudo para que esta edição corresse perfeitamente, desde staff, técnicos, bombeiros, seguranças, organizadores. Queremos também agradecer à Câmara Municipal de Vagos por continuar a investir neste festival, que é único em Portugal. Com isto nos despedimos, tristes porque acabou, mas de coração cheio porque aconteceu. Só nos resta esperar pela próxima edição, sob a qual temos uma única certeza, tal como esta, vai ser a melhor de sempre.