DOLLAR LLAMA, a energia do bom rock made in Portugal

DESTAQUE GUITARSCREAM

A banda de Lisboa Dollar LLama foram uma das revelações na última edição do Vagos Metal Fest 2018. A Guitarscream conhecia a banda e o seu som, mas faltava confirmar a qualidade ao vivo, e sem dúvida que nos surpreendeu. Possuidores de um rock/metal tocado com acordes abertos do grunge, a banda trouxe ao festival o poder da música, executada de forma superior. 

Notámos que a banda é constituída por músicos exímios na execução dos seus instrumentos, capazes de enfrentar os maiores palcos, nunca comprometendo a energia que a sua música tem na sua forma natural. Dollar LLama tem ainda um vocalista onde se nota ser um “gladiador do Rock”, agarrando o público à força da sua música, desde o primeiro acorde que se fizer ouvir no palco.

Resumindo… gostámos, e muito desta banda, e tendo em conta a nossa exigência, quer na novidade, quer na qualidade da música, concluímos que estamos na presença de mais uma grande banda de rock, made in Portugal.

Aconselhamos a todos os fãs do rock/metal mais exigentes que ouçam a banda, e que acima de tudo tentem ouvir e ver esta banda ao vivo. 

Deixamos aqui o biografia e outros dados da banda.

Biografia
Nascidos em 2002 pelas mãos de Tiago Simões, João Arsénio, Nelson Silva e João Mordido,
os DOLLAR LLAMA cravaram a sua marca no hard rock português, onde os seus pilares de
grunge suportaram, até hoje, um caminho com visibilidade ao nível de bandas como Blasted
Mechanism ou Xutos e Pontapés, com quem partilharam palcos a partir de 2005.
Desde o seu primeiro EP, “New Damage Radio”, que a banda começou a sintonizar a sua presença
nas principais rádios portuguesas com as músicas “Head to the Bone” e “Above”. Apesar de um ano de 2007 com algumas alterações na sua formação com a saída de Tiago Silva e entrada de Hugo Jacinto, os Dollar LLama continuaram com a criação de novos materiais com 2008 à vista. Foi nesse momento que o Single “Defense”, do EP “Revolution FM”, passou a fazer parte do pequeno e grande ecrã
ao ser a música escolhida pela 7UP no seu anúncio de TV alusivo ao Rock in Rio.
Estes acontecimentos tornaram-se preponderantes para uma nova onda de inspiração
marcada por novas influências que resultaram na criação do álbum “Under the Hurricane”,
lançado pela Illusive Records, em Portugal, e pela Stik Man Records, nos EUA. Mais próximo
do Heavy Rock e com menos referência ao mundo do Grunge, este género surgiu como um
furacão na vida da banda, entregando-lhe uma distinguida originalidade com uma atitude
capaz de mover os sete ventos.
Valient Thorr, Sight & Sounds, Berri Txarrak, Karma to Burn, Nashville Pussy, Xutos & Pontapés, Blasted Mechanism, Trinta e Um, Men Eater, Miss Lava são apenas alguns nomes que partilharam experiências de palco com os Dollar LLama.
Em 2010 a banda decidiu fazer uma pausa.
Voltou em 2014, mais forte que nunca, com um concerto de regresso que dissipou qualquer dúvida aos que pensavam que o nome Dollar LLama estava morto. No regresso ao activo, a banda teve o apoio de José Garcia (de Miss Lava) e Andre Hencleeday na bateria, tendo mais tarde (em Março de 2014) entrado Pedro Cardoso (ex-Carbon H, Gazua, Cosmic Sunday, [f.e.v.e.r]) para preencher definitivamente o lugar vago atrás da percussão.
Em Setembro de 2014, Chikko (ex-Civic) entrou para a banda, acrescentando uma guitarra à secção rítmica dos Dollar LLama.
Com 5 elementos, a banda assegurou a abertura de John Garcia (ex-Kyuss) e entrou em estúdio para a gravação daquele que é o álbum de consagração de uma carreira de altos e baixos.
“GRAND UNION” fala da força da união e de todos os obstáculos que se opuseram à banda ao longo dos seus 13 anos de existência. O álbum, com 10 faixas, foi gravado no estúdio The Pentagon Audio Manufacturers e sai no dia 27 de Junho de 2015 com o selo da Raging Planet.
O primeiro single deste álbum vai para a “JAWS”, com o seu videoclip produzido e editado por José Dinis.
Em Abril de 2015, os Dollar LLama avançam com a ideia pioneira de ter uma cerveja inspirada numa das suas músicas, a “ALMIGHTY RED”.
Entre as restantes músicas do álbum, “The All Seeing Eyes”, “Massive Aggressive”, “Noisecreep” (com a colaboração de Rui Guerra, dos The Quartet of Woah) e “Howl” prometem fazer de “GRAND UNION” um dos álbuns nacionais de 2015.
WE’LL RIDE THE STORM.