Entrevista a RUI VIEIRA (MISS CADAVER) (por Cortina de Ferro Metal RadioShow)

Apresentamos mais um excelente trabalho de Daniel Pacheco, na rádio AVfm, no programa CORTINA DE FERRO. Poderá então ouvir, aqui na GUITARSCREAM, a entrevista a Rui Vieira.

Os MISS CADAVER, projecto oriundo de Arruda dos Vinhos, vila situada nos arredores de Lisboa, nasceram em Setembro de 2009. Lançaram em 2010 uma demo homónima com quatro músicas, em 2011 o álbum “Morte Ao Fado” com 13 temas e em 2012, o EP “Mákinas & Cadáveres” com seis malhas.

Fundado por Ruy (MACHINERGY, BAKTHERIA, CISNE NEGRO, BICÉFALO, IMUNITY, D2A2N), aqui à frente de toda a composição e instrumentos (excepto bateria), surge após o final dos COLUNA DE FERRO, banda dos arredores de Lisboa onde tocou guitarra durante a sua curta existência (oito meses). Logo após o término de CxDxFx em Janeiro de 2009, e sentindo a necessidade de continuar a mensagem, directa e em português, rapidamente compôs quatro músicas para a demo-tape de estreia “Miss Cadaver”, lançada pela Degradagem Recs em 2010.

Em 2011 surge o álbum de estreia “Morte Ao Fado”, lançado em parceria com a Fukk That! Records e Anoise Recs, em formato tape profissional. Composto por 13 temas (12 originais e uma versão de “Phobia For Change” dos britânicos Doom), “Morte Ao Fado” marca uma evolução notória em termos de composição, mais diversa e acutilante, mas com as suas influências base sempre presentes, isto é, Doom, Ratos de Porão, The Exploited, Extreme Noise Terror, Napalm Death, Simbiose, Censurados, entre outros.

Em inícios de 2012 é lançada a split-tape “Mákinas & Cadáveres” com a banda vilafranquense KONAD e numa parceria com a editora Mountain Goat Productions. Seis novos temas a apontar e a meter o dedo na ferida numa abordagem um pouco mais agressiva e rápida que as anteriores músicas de MISS CADAVER mas nunca descurando o sentido de melodia e simplicidade.

Em Novembro de 2012 é lançada “MÚSICA Para o Funeral de Um País e do Mundo”, compilação que reune as três primeiras tapes de MISS CADAVER no período bastante prolífero de 2010 – 2012.

Em finais de 2015 é reeditado em CD Digipack e em parceria com a Fatsound Productions, o álbum “Morte Ao Fado” de 2011 com novo artwork e liner notes. A capa manteve-se igual à original da tape.